Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Nunca escrevo, por escrever…
Simplesmente não me dou, ao, trabalho de o fazer.
Posto isto,e para que não haja confusões,
Por estas linhas exprimo minhas gratidões.
Agradeço desde já, por cantarem versos “meus”
Por darem melodia ao meu sentimento.
Me acompanharem naquele momento como réus
Quando palavras “minhas” são cantadas ao vento.
Se bem me conhecem, não sou bajulador.
Não risco esta página em branco, em vão.
Agradeço aquele momento arrebatador
Onde “minhas” palavras ganham tamanhã dimensão.
E as palavras que outrora foram “minhas”…
(Nunca deixando de o ser).
Vocês lhe deram um tamanho maior que aquelas linhas
Onde um dia eu as fiz nascer.
A minha gratidão nestas palavras fica expressa.
Sem ambições camufladas…
Bem como a promessa,
Que nunca serão apagadas.