Domingo, 11 de Novembro de 2012
Não me benzo, evocando vossos nomes.
Mas em mim, vos ergo catedrais.
Sois mais que meros seres…
Sois-me muito mais, do que julgais.
Não vos faço juras vãs…
Não vos posso dar o mundo.
Mas de mim, tudo vos dou…
A minha alma inteira a qualquer segundo.
Meu propósito de vida, neste instante…
Minha santa Trindade…
Por mais que vos ame, nunca julgo ser o bastante.
E só a vós peço perdão, por qualquer ofensa…
Por todos os meus erros, e minha forma de ser.
Só a vós, minha única e verdadeira crença.